— Hora da verdade: 5 coisas que você PRECISA entender para ter sucesso em uma carreira digital
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First off, I need to explain what I’m calling “digital careers”. I’m talking about any type of work you can do 100% virtually. Regardless of whether you choose to work remotely or not, these are professions you can experience 100% in the digital environment. Such as: design, webdesign, copywriting, translation, proofreading, ghostwriting, social media, programming, digital marketing, branding and other professions in which the Internet is your “main office”.
Now that’s settled, we can move on.
After having started an online Career School of my own (as surprising as that may have been even for me – check out my previous post to know more about this journey), I came to realize that many youngsters popping up in my DMs are somewhat clueless of what starting a career is really like.
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Primeiramente, preciso explicar o que chamo de “carreiras digitais”. Estou falando de qualquer tipo de trabalho que você possa realizar 100% virtualmente. Independentemente de você optar por trabalhar remotamente ou não, essas são profissões que você pode vivenciar 100% no ambiente digital. Tais como: design, webdesign, copywriting, tradução, revisão, ghostwriting, social media, programação, marketing digital, branding e outras profissões em que a Internet é o seu “escritório principal”.
Agora que está resolvido, podemos seguir em frente.
Depois de ter iniciado minha própria Escola online (por mais surpreendente que isso possa ter sido para mim - confira meu post anterior para saber mais sobre essa jornada), percebi que muitos jovens que aparecem em minhas DMs estão perdidos em como é realmente começar uma carreira.
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— O dia em que percebi que sou dona de uma escola
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I had been dreaming (for about 8 years) of teaching young adults a few highly lucrative skills that can allow them to jumpstart a career with enough flexibility to work with other things, while they are still deciding whether or not to get a college degree — and which one it should be.
Yes, it took me 8 years (and a buck load of therapy) to finally get to the point of putting myself out there and sharing (I mean “selling”, I’m not a charity 😅✌🏼) all this knowledge in an accessible way, so that allowance-bound teens are able to invest in their own professional education with relatively quick results.
As a Marketing and Communications graduate, the “wrapping and selling” part was never the issue. The reason I took so long to get started was all about the emotional pressures of being a “public figure,” after so many years working safely hidden behind my home computer. In the era of cancellation culture, it’s fairly easy for just about anyone to feel afraid to say basically anything anywhere online — let alone in a professional Instagram account, where stakes are much higher.
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Eu já sonhava (há cerca de 8 anos) em ensinar jovens adultos algumas habilidades altamente lucrativas que pudessem ajudar a iniciar uma carreira com flexibilidade suficiente para trabalhar com outras coisas, enquanto ainda decidiam se iriam ou não ter um diploma universitário - e qual deveria ser.
Sim, levei 8 anos (e muito dinheiro na terapia) para finalmente chegar ao ponto de me expor e compartilhar (quero dizer “vender”, não sou uma instituição de caridade 😅✌🏼) todo esse conhecimento de uma forma acessível, para que os adolescentes dependentes de mesada possam investir na sua própria educação profissional com resultados relativamente rápidos.
Como graduada em Marketing e Comunicação, a parte de “embrulhar e vender” nunca foi o problema. A razão pela qual demorei tanto para começar foi por causa das pressões emocionais de ser uma “figura pública”, depois de tantos anos trabalhando com segurança, escondida atrás do meu computador. Na era da cultura do cancelamento, é bastante fácil para qualquer pessoa sentir medo de dizer basicamente qualquer coisa em qualquer lugar online – ainda mais em uma conta profissional do Instagram, onde os riscos são muito maiores.
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— Crianças no Celular: Uma Aposta Perigosa com o Futuro dos Nossos Filhos
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As telas digitais são onipresentes na nossa sociedade e, ao que parece, tornaram-se a babá eletrônica da nova geração. Mas, de acordo com um corpo cada vez maior de pesquisas científicas, essa prática corrente pode estar comprometendo a saúde e o desenvolvimento cognitivo dos nossos filhos de maneiras preocupantes. Mas será que telas são, realmente, uma boa estratégia de cuidado? Ou seriam apenas uma aposta conveniente e prejudicial com o futuro de nossos filhos?
Um estudo publicado no Journal of Adolescent Health constatou uma associação entre o tempo de tela e taxas mais elevadas de Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) entre pré-adolescentes1. “As crianças que passam muito tempo jogando videogames reportam que sentem a necessidade de jogar cada vez mais e não conseguem parar, mesmo que tentem”, diz Dr. Jason Nagata, autor principal do estudo1. Embora muitos enfatizem que “correlação não significa causalidade”, será que esta é uma aposta que realmente queremos fazer com a saúde mental e com o desenvolvimento cognitivo de nossos filhos?
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Digital screens are ubiquitous in our society and, it seems, have become the baby monitor of the new generation. But according to a growing body of scientific research, this current practice may be compromising our children's health and cognitive development in worrying ways. But are screens really a good care strategy? Or would they just be a convenient and harmful gamble with the future of our children?
A study published in the Journal of Adolescent Health found an association between screen time and higher rates of Obsessive-Compulsive Disorder (OCD) among pre-teens1. “Children who spend a lot of time playing video games report that they feel the need to play more and more and cannot stop even if they try,” says Dr. Jason Nagata, lead author of the study1. Although many emphasize that “correlation does not mean causation”, is this a bet we really want to make with the mental health and cognitive development of our children?
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